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O novo formato ficou justo no CR-V 2012.
A reforma deixou o carro mais bonito, embora a traseira pareça uma cópia do Volvo XC60, especialmente pelo desenho das lanternas. Na parte frontal, as linhas revigoradas com um toque de esportividade deixaram o visual do modelo jovial e atual. A linha anterior já parecia “cansada”.
O CR-V seria mais divertido se fosse mais potente, mas acelerar com vigor não é o seu propósito. Trata-se de um veículo pacato de conduzir, além de ser ágil e contar com uma posição de condução elevada, o que aumenta o campo visual e a sensação de segurança.
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Segundo a montadora, o bloco 2.0 16V i-VTEC (com comandos variáveis de admissão e escape, para reduzir o consumo) foi revisado para gerar mais potência, mas nem tanto. A cavalaria saltou de 150 cv para 155 cv, ao passo que o torque máximo foi mantido em 19,4 kgfm. Resumindo, a mudança neste ponto é sutil. O câmbio automático de 5 marchas é outra parte do CR-V que não muda. Já é hora dele ter ao menos comando sequencial.
Em contrapartida, a dirigibilidade do CR-V ficou mais apurada, uma vez que o centro de gravidade baixou com a redução da altura do veículo em 4 cm (ele mede 1,65 metros). Essa alteração deixou o veículo mais estável, principalmente em curvas acentuadas. A Honda também melhorou o funcionamento da suspensão, tornando o carro mais confortável e o ruído do motor só invade a cabine acima dos 4.000 rpm. Ou seja, raramente.

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