A cara do novo veículo redesenhado remete imediatamente ao compacto elétrico Zoe, com grandes faróis e a grade dianteira mais afunilada com o logotipo do diamante no centro. Já o desenho geral do novo Clio lembra a do Mégane hatch, que se destaca pelo visual esportivo e faz sucesso na Europa justamente por ser um belo automóvel. Outros detalhes que chamam a atenção na novidade é a grande área envidraçada e suas formas abauladas, o que os designers chamam de “músculos”.
O interior do Clio também muda completamente, mesmo comparado a terceira geração que não veio para o Brasil – a marca ainda oferece a segunda geração no país. A simplicidade no desenho rege a reformulação da cabine, com comandos de fácil visualização e matérias de acabamento de melhor qualidade.
Motor
A versão de entrada do novo Clio tem um motor semelhante ao de motocicletas grandes, porém bem mais avançado. Trata-se de um pequeno bloco de 900 cm³ (0.9 litro) com apenas três cilindros e equipado com sistema de injeção direta de gasolina e turbocompressor para gerar 90 cv e 15,2 kgfm de torque, o que segundo a Renault é equivalente ao desempenho de um propulsor 1.4. O consumo espanta: 22,3 km/l.
Outro opção a gasolina é o 1.2, também com turbo e injeção direta. Esse bloco, conforme dados da montadora, desenvolve 120 cv e 17,3 kgfm de torque e o consumo médio fica na casa dos 22 km/l. Já a terceira versão é empurrada pelo motor 1.5 turbodiesel de 90 cv e 22,4 kgfm. Nessa configuração, o modelo pode percorrer até 31,2 km por litro de combustível consumido.
Quando chega no Brasil?
A resposta mais adequada para o momento é um “não tão cedo”, isso porque a Renault está preparando para o segundo semestre de 2012 mais um facelift para o Clio oferecido na América do Sul (fabricado na Argentina), que ainda se mantém na segunda geração (lançada em 1998). Na Europa, o modelo começa a ser vendido logo após sua apresentação no evento em Paris. O preço ainda não foi definido.


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