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domingo, 19 de julho de 2015

Os carros mais vendidos por categoria no 1 semestre de 2015

Confira os carros mais vendidos por categoria, segundo classificação da Fenabrave:
Fiat Palio Fire (Foto: Divulgação)
ENTRADA
1. Fiat Palio - 62.757 unidades
2. Ford Ka - 45.988
3. Volkswagen Gol - 44.900
4. Fiat Uno - 43.777
5. Volkswagen Up! - 27.729

Na categoria que mais vende, a maior diferença para a lista do 1º semestre de 2014 é a troca na liderança. Dominada pelo Gol até o ano passado, agora ela é liderada pelo Fiat Palio - assim como fazia com o hatch da marca alemã, a Fenabrave soma vendas da geração antiga (Palio Fire, na foto acima) com a atual do modelo.
O Gol, cuja geração antiga (G4) foi aposentada no início de 2014 e desde então só conta com os emplacamentos da atual, ficou em terceiro, atrás no novato Ford Ka, que não existia no 1º semestre do ano passado. E o Up!, sucessor do Gol G4, é apenas o 5º.

Chevolet Onix Lollapalooza (Foto: Divulgação)
HATCH PEQUENO
1. Chevrolet Onix - 55.789 unidades
2. Hyundai HB20 - 51.349
3. Volkswagen Fox/CrossFox - 43.059
4. Renault Sandero - 38.382
5. Ford Fiesta - 23.035
Os top 5 são os mesmos do 1º semestre de 2014 e do fechamento do ano passado, com alguns alternando posições. O Onix segue na liderança, mas o Fiesta, que estava em 2º no 1º semestre de 2014, ainda somando os emplacamentos do New Fiesta Hatch com os da geração antiga, Rocam, aposentada no ano passado, caiu para 5º.

Outra curiosidade é que os 2 primeiros colocados, Onix e HB20, venderam mais, individualmente, que os top 5 da categoria de Entrada, exceto o Palio. Mas a categoria Hatch Pequeno foi a que mais teve redução na participação nos emplacamentos em geral, saindo de 26,07% no 1º semestre de 2014 para 23,08%.

Equipamento une entretenimento, comunicação e navegação (Foto: Divulgação)
HATCH MÉDIO
1. Fiat Punto - 8.444 unidades
2. Ford Focus - 7.497
3. Volkswagen Golf - 5.414
4. GM Cruze Sport6 - 5.137
5. Fiat Bravo - 1.627
Foram poucas as novidades da categoria neste ano. A reestilização levou o Bravo a entrar para o top 5, dispensando o Peugeot 308. O Focus segue em segundo: o efeito do lançamento da reestilização, que acaba de ocorrer no Brasil, só deverá ser sentido no 2º semestre.

Chevrolet Prisma (Foto: Divulgação)
SEDANS PEQUENOS
1. GM Prisma - 34.459 unidades
2. Fiat Siena - 31.973
3. Hyundai HB20S - 26.495
4. Volkswagen Voyage - 23.637
5. Chevrolet Classic - 18.136
 
Os modelos no top 5 continuam os mesmos. A novidade é a liderança do Chevrolet Prisma sobre o modelo da Fiat. O "sedan do Onix" era vice-líder até o fim de 2014. O "sedan do HB20" manteve o terceiro lugar do 1º semestre do ano passado.

Honda City (Foto: André Paixão/G1)
SEDANS COMPACTOS
1. Honda City - 15.010 unidades
2. GM Cobalt - 13.104
3. Ford New Fiesta - 3.993
4. Volkswagen Polo Sedan - 1.395
5. Jac J3 Turin - 704

A renovação, no fim do ano, empurrou o City para a liderança, superando o Cobalt. Na verdade, estes são os dois únicos "jogadores" da categoria. Os demais t|êm números muito abaixo. Vale registrar o "sumiço" do GM Sonic Sedan, com o fim das importações, o que deve acontecer, mais para frente, com o Polo, que está se despedindo.

Toyota Corolla (Foto: Divulgação)
SEDANS MÉDIOS
1.Toyota Corolla - 31.935 unidades
2. Honda Civic - 17.196
3. Nissan Sentra - 7.804
4. Chevrolet Cruze - 6.109
5. Volkswagen Jetta - 4.498

O lançamento da nova geração, em março de 2014, já tinha feito o Corolla roubar a liderança do City no fechamento do ano. O modelo deu uma "surra" no rival e emplacou mais do que o dobro do que o City, campeão de Sedans Compactos.
A falta de novidades também prejudicou o Cruze, que perdeu posição para o Sentra. O Jetta voltou ao top 5, desbancando o Ford Fusion.

BMW Série 3 (Foto: Divulgação)
SEDANS GRANDES
1. BMW 320 - 2.566 unidades
2. Mercedes-Benz Classe C180 - 1.619
3. BMW 328 - 565
4. Mercedes-Benz C 250 - 550
5. Audi A4 - 545
O Série 3 segue firme na liderança com o modelo intermediário, 320, que tem motor flex. A BMW emplacou ainda o 328, mais caro, na terceira colocação.
O vice-campeão, Classe C 180 foi um dos poucos que conseguiram crescer as vendas neste 1º semestre. O C 250 ficou em quarto. Quem sumiu do top 5 foi o "primo" CLA, assim como o Hyundai Azera. O Audi A4 entrou.

Ford EcoSport FreeStyle (Foto: Divulgação)
SUV
1. Ford EcoSport - 17.847 unidades
2. Honda HR-V - 17.573
3. Renault Duster - 16.772
4. Hyundai iX35 - 8.142
5. Hyundai Tucson - 6.525

Na categoria mais animada do ano, com diversos lançamentos, o EcoSport ainda se segura na liderança, mas o novato HR-V, lançado em março, está bem perto: no acumulado, a diferença entre eles foi de apenas 274 unidades.
Outro "calouro", o Jeep Renegade, lançado em abril, também mostrou fôlego e não chegou ao top 5 por pouco (ficou em 6º).

Volkswagen SpaceFox (Foto: Divulgação)
SW MÉDIO
1. Fiat Palio Weekend - 5.986 unidades
2. Vokswagen SpaceFox - 3.401
3. Volkswagen Space Cross - 399

Em uma categoria enfraquecida, a das peruas,Palio Weekend, agora chamado apenas de Weekend, segue líder.


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Volkswagen Golf Variant chega ao Brasil (Foto: Rafael Miotto/G1)
SW GRANDE
1. Volkswagen Golf Variant - 107 unidades
2. Audi A4 Avant - 97
3. Volvo V60 - 64
2. Audi RS4 - 2
3. Volkswagen Jetta Variant - 1
Na categoria com apenas 271 carros emplacados ao todo no período, o lançamentoda perua do Golf, em maio, foi suficiente para colocá-la direto no topo.

Honda Fit 2015 (Foto: Flavio Moraes / G1)
MONOCAB
1. Honda Fit - 23.280 unidades
2. Fiat Idea - 4.800
3. Fiat Doblò- 4.536
4. Nissan Livina - 1.892
5. Citroën C3 Picasso - 949
Na terceira geração, o Fit carrega nas costas a categoria, vendendo praticamente o dobro do que todos os concorrentes juntos.

chevrolet spin (Foto: Divulgação/Fabio Gonzalez)
GRANDCAB
1. GM Spin - 14.921 unidades
2. JAC J6 - 195
3. Chrysler Town & Country - 70
4. Kia Carnival - 66
 
O domínio do Spin na categoria é ainda maior do que o do Fit na Monocab. Quem saiu da disputa foi o Citroën C4 Picasso, que saiu de linha.

Chevrolet Camaro 2014 (Foto: Caio Kenji/G1)
SPORTS
1. Chevrolet Camaro - 248 unidades
2. Mercedes-Benz SLK - 141
3. Audi TT - 135
4. Volkswagen CC - 70
5. BMW M4 - 69
O Camaro mantém-se líder, com o SLK em segundo. Recém-renovado no Brasil, o BMW X6 saiu da lista.


Fiat Strada 2014 (Foto: Divulgação)
PICK-UPS PEQUENAS
1. Fiat Strada - 54.508 unidades
2. Volkswagen Saveiro - 32.398
3. Chevrolet Montana - 13.993
4. Hafei Mini - 17
5. Ford Courier - 1
A Strada continua um fenômeno, posicionando-se sempre entre os 10 carros mais vendidos no geral. A Courier aparece por questão de estoque: ela deixou de ser produzida em 2014.
 

chevrolet s10 (Foto: Divulgação)
PICK-UPS GRANDES
1. Chevrolet S10 - 19.023 unidades
2. Toyota Hilux - 16.611
3. Ford Ranger - 9.669
4. Mitsubishi L200 - 7.872
5. Volkswagen Amarok - 6.313

Todas as posições foram mantidas em relação ao 1º semestre de 2014 e ao fim do ano.

Renault Master (Foto: Divulgação)
FURGÕES
1. Renault Master - 4.561 unidades
2. Fiat Ducato - 4.057
3. Hyundai HR - 3.281
4. Kia K2500 - 1.419
5. Iveco Daily - 3.514
A Master mantém a liderança conquistada no fechamento de 2014.


Fiat Fiorino 2014 (Foto: Divulgação)
FURGÕES PEQUENOS
1. Fiat Fiorino - 8.092 unidades
2. Renault Kangoo - 1.550
3. Fiat Doblò Cargo - 1971
4. Chana SC - 131
As mudanças sobre 2014 são as saídas de Peugeot Partner e Hafei Towner, reduzindo a lista a 4.

Fonte : Auto Esporte.
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sábado, 18 de julho de 2015

40 modelos esperados para o 2º semestre Part. 3


RENAULT




Duster Oroch


A primeira picape da Renault apareceu comoconceito no Salão de São Paulo e ganhou linhas finais em junho, no salão de Buenos Aires (veja vídeo). A derivação do SUVDuster terá suspensão multilink no eixo traseiro e chegará primeiro apenas com tração 4x2.


Com 4 portas e espaço para 5 pessoas, a Duster Oroch vai cobrir um espaço entre as picapes pequenas (Fiat Strada, VolkswagenSaveiro) e as grandes (Chevrolet S10, FordRanger, Toyota Hilux, etc). Leia mais sobre o Renault Duster Oroch





Sandero RS


O hatch ganhará uma versão em que a esportividade não se resume ao visual, como fazia o GT Line. O primeiro modelo da linha Renault Sports feito fora da Europa terá motor 2.0 flex, que rende 150 cavalos de potência com etanol, acompanhado de câmbio manual de 6 marchas. Serão de série controle eletrônico de estabilidade (ESP) com opção esportiva, novas regulagens de suspensão e direção, além de freio a disco nas 4 rodas. Leia mais sobre o Sandero RS

SUBARU



WRX


Quem ficou ansioso na apresentação do esportivo no Salão de São Paulo de 2014 poderá pilotor o seu novo esportivo japonês em agosto. Com motor boxer 2.0, de 268 cv, o WRX custará R$ 147.900. Já a versão mais "nervosa", a STI, não sairá por menos de R$ 194.900, mas vem com 305 cv. Ambos serão oferecidos com câmbio manual de 6 marchas. A pré-venda já está aberta. Leia mais sobre o Subaru WRX





Legacy


A sexta geração do modelo chega para ser uma escolha alternativa entre os sedãs médios. O motor boxer 2.5 rende 175 cv e será acompanhado de câmbio CVT linear de 6 velocidades. Também há opção de motor 3.6, com 256 cv. Por fora, o Legacy ganhou grade hexagonal na frente, o que o deixou bem parecido com rivais, como o Ford Fusion. Por dentro, o modelo ficou mais espaçoso e oferece 425 litros no porta-malas.





Outback


O utilitário esportivo médio da marca japonesa foi renovado no mesmo estilo do Legacy, inclusive com as mesmas opções de motorização. O diferencial é o maior volume e a tração integral (AWD). A nova geração deve brigar por clientes de Honda CR-V, ToyotaRAV4, entre outros. O site da Subaru já cadastra interessados por ambos os modelos.



VOLKSWAGEN

Golf 


Para produzir o moderno Golf 7 na fábrica de São José dos Pinhais (PR) a partir do segundo semestre deste ano, a Volkswagen investiu R$ 520 milhões na modernização da planta.


De lá, também sairão outros veículos da plataforma MQB, a mesma do Golf, como os Audi A3 e Q3. De acordo com a marca, a qualidade do Golf nacional será a mesma do modelo importado da Alemanha, que chegou em meados de 2013 ao Brasil.





Jetta nacional


A fabricação nacional já começou em São Bernardo do Campo (SP) e a distribuição ocorre em julho. O visual foi repaginado em fevereiro, mas as mudanças não chegaram ao coração do sedã, que segue equipado com motor 2.0 8V de 120 cv. O modelo nacional terá configuração intermediária (Comfortline), por R$ 74.430. As demais versões continuam sendo importadas do México.





Up! TSI


O Up! será o primeiro modelo da Volkswagen a usar o inédito motor 1.0 de três cilindros dotado de turbo e injeção direta de combustível feito no país. O propulsor terá 105 cv com etanol (101 cv com gasolina) e torque de 16,8 kgfm.


Em um carro de menos de 1 tonelada, a promessa é de ótimo desempenho. A tampa do porta-malas será pintada, o que deixa o compacto parecido com o vendido na Europa, onde a tampa é de vidro. .


VOLVO


XC90


O Volvo mais revolucionários dos últimos anos chega ao Brasil em agosto. Completamente remodelado, o SUV conta com diversos equipamentos de segurança, como um sistema que detecta pedestres, ciclistas e outros veículos e outro capaz de parar o carro sozinho em velocidades de até 50 km/h. O XC90 será equipado com motor 2.0 turbo de 4 cilindros. Na Europa, as potências variam entre 225 cv e 320 cv.

Fonte : Auto Esporte.
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sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Renault Captur


Compacto como o novo Clio, o Captur mede apenas 4,12 metros de comprimento e tem espaço no interior para até cinco ocupantes. A cabine, aliás, é outra parte marcante do veículo, chamando atenção pelo desenho tão ousado quanto o do exterior e também por uma série de elementos coloridos, que acentuam o teor jovial do veículo. Segundo a Renault, o cockpit ainda poderá ser customizado de diferentes formas pelos compradores, assim como a combinação de cores da carroceria, que pode ser bicolor.

A fabricante ainda destaca a presença de um completo aparato multimídia a bordo, com monitor colorido sensível ao toque, seis alto-falantes e conexão Bluetooth para celular com função streaming, que permite rodar arquivos do telefone na interface do carro. A lista de equipamentos ainda inclui sistema de partida em subidas (Hill start) e sensores de estacionamento atrás e na frente do veículo.

Embora a Renault ainda não tenha divulgado quais serão os motores do Captur, a imprensa europeia afirma que o modelo será impulsionado pelos mesmos motores da versão mais recente do Clio, como o bloco 0.9 três cilindros turbo de 90 cv e o 1.5 turbodiesel também de 90 cv. As vendas do carro na Europa devem começar logo após o Salão da Suíça.
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quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Renault Logan

O Renault Logan, produzido em São José dos Pinhais (PR), estreou no mercado nacional em 2007. Vendido em mais de 50 países, ele foi o primeiro veículo da marca francesa a contar com garantia total de fábrica de três anos ou 100 mil quilômetros rodados. Com 4,28 metros de comprimento e 2,63 metros de entre-eixos, o Logan pode transportar em seu porta-malas 510 litros de carga.

Linha 2013
A principal novidade para linha 2013 do Logan ficou por conta da adição de um novo motor 1.6 8V flex HiPower, que desenvolve 98 cv/106 cv de potência e 14,5 mkgf/15,5 mkgf de torque, com gasolina e etanol, respectivamente. De acordo com a Renault, cerca de 85% do torque aparece aos 1.500 giros. O já existente bloco 1.0 gera 76 cv/77 cv de potência e 9,9 mkgf/10,1 mkgf de torque.

As versões da linha 2013 do sedã compacto são: Authentique 1.0 16V, Expression 1.0 16V, Expression 1.6 8V e Expression 1.6 16V, sendo esta última equipada com câmbio automático.

Logan Authentique 1.0 16v - R$ 26.450
- Logan Expression 1.0 16v - R$ 31.770
- Logan Expression 1.6 8V - R$ 35.480
- Logan Expression 1.6 16v (aut.) - R$ 39.230
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quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Renault Symbol 2013

A Renault anunciou nesta terça-feira, 31 de julho, o lançamento da linha 2013 do Symbol. Para tentar alavancar suas (baixas) vendas, a montadora passa a vendê-lo apenas na versão topo-de-linha Privilège por 37.390 reais.

Entre os itens de série, o Symbol oferece ar-condicionado, direção hidráulica com coluna de direção regulável em altura, vidros elétricos dianteiros, computador de bordo, airbag duplo, rodas de liga leve de 15 polegadas, faróis de neblina, sensor de estacionamento, volante e manopla de câmbio revestidos em couro, bancos com revestimento em veludo, apliques internos que simulam alumínio e travas elétricas nas portas e do porta-malas com acionamento na chave. Ar-condicionado digital, regulagem elétrica dos retrovisores, termômetro indicador de temperatura externa, retrovisores externos na cor da carroceria, freios com sistema anti-travamento (ABS) e distribuição eletrônica de frenagem (EBD) compõem o pacote de opcionais chamado de Pack, que custa 2.060 reais.

O motor do Symbol continua sendo o 1.6 16V Hi-Flex, que entrega até 115 cv com etanol no tanque. A Renault oferece três anos de garantia ou 100 mil quilômetros.



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quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Renault Fluence GT 2013


Depois que perdemos o Honda Civic Si as opções de sedãs esportivos viraram raridade. Temos o VW Jetta Highline TSI com o excelente motor de 200 cv e o Peugeot 408 THP de 165 cv mas, que apesar da melhor performance, não possuem o apelo esportivo como mote de venda. Foi aí que a Renault percebeu a lacuna do mercado para encaixar o produto que veio com a grife da divisão esportiva, a Renault Sport.
O Renault Fluence GT tem preço sugerido de R$ 79.370, o mais caro da linha, e será disponibilizado com um pacote fechado. A versão vem bem recheada com seis airbags (frontais, laterais dianteiras e de cortina), controle eletrônico de estabilidade e tração, ABS com EBD, faróis de xenônio, rodas de 17 polegadas com desenho exclusivo, revestimento interno em couro e vários detalhes alusivos a esportividade. O ponto negativo é o GPS integrado ao painel, que possui um dos piores sistemas para acionamento do mercado, por meio de um controle remoto e não por tela sensível ao toque. É como tentar colocar uma linha no buraco de uma agulha usando uma luva de boxe. A marca também oferece o sedã em três opções de cores: Branco Glacier, Vermelho Fogo e Preto Nacré.
Turbo do Mégane
A grande estrela do Fluence GT é o motor turbo oriundo do Mégane GT europeu, que desenvolve 250 cv. Aqui o propulsor foi "amansado" para gerar 180 cv a 5.500 rpm. Graças ao turbo “twin-scroll”, compacto e de última geração, quase 80% da força já está disponível a partir de 1.500 rpm. E o torque máximo de 30,6 kgfm aparece logo aos 2.250 rpm. O sedã atinge 220 km/h de velocidade final, limitada eletronicamente, e precisa de apenas 8 segundos para acelerar de 0 a 100 km/h.
Com pneus na medida 205/55 R17, o Fluence GT é equipado com suspensão independente na dianteira, do tipo MacPherson; na traseira, o conjunto é semi-independente, com eixo de torção. Apesar do conjunto rodas/pneus ter as mesmas medidas da versão Privilége, todo o sistema, incluindo os amortecedores e as molas, é específico da versão GT e foi recalibrado, o que pôde ser comprovado tanto na pista, quanto na estrada. As mudanças (internas e externas) incorporadas no Fluence GT foram concebidas pela equipe do Renault Design América Latina (RDAL) e são exclusivas da versão brasileira - na Argentina o modelo, que se chama Sport, não recebeu os penduricalhos esportivos.
As mudanças visuais foram pequenas, mas objetivas. Na dianteira, um spoiler foi anexado ao para-choque, logo abaixo da entrada de ar frontal, assim como os faróis de neblina, circundados por moldura cromada, fazendo com que a frente fique quatro centímetros mais baixa. Na traseira, foi adicionado um discreto aerofólio à tampa do porta-malas e na parte abaixo do para-choque, um extrator de ar na cor preta. Saias laterais completam o conjunto de mudanças.
No interior, de prático apenas o novo painel de instrumentos, que mantém o conta-giros analógico, mas transformou o velocímetro, marcadores de nível de combustível e de líquido de arrefecimento em mostradores digitais. Os bancos de couro com costura vermelha oferecem apoios laterais reforçados para garantir firmeza ao corpo do motorista. Nos encostos de cabeça, estão grafadas as letras “GT” e nas pedaleiras de alumínio e nas soleiras das portas, a inscrição “Renault Sport”.
Na pista e na estrada
O test-drive foi dividido em duas partes, a primeira na pista da Fazenda Capuava, na região de Indaiatuba, no interior de São Paulo e a segunda por estradas na região. No circuito, o modelo mostrou um bom compromisso de desempenho e conforto. Com acelerações fortes e progressivas e o abundante torque do motor, foi possível andar toda volta quase sem trocar de marcha, mostrando muita elasticidade. A calibragem da suspensão não mostrou surpresas fazendo o carro escapar de frente (como esperado) no limite, e de forma normal para um veículo com tração dianteira e mais de 1.300 kg. Os freios mostraram bom equilíbrio permitindo frenagens mais fortes, sem perder a eficiência.
Na estrada, o modelo mostrou não ter esquecido o lado executivo, mantendo o bom conforto das versões “comuns”. O torque abundante torna as ultrapassagens fáceis, muitas vezes sem necessidade de reduzir as marchas. Apesar da frente mais baixa, o modelo não raspou e nenhuma lombada, uma praga que invade as rodovias brasileiras. Para um sedã conhecido pelo conforto, o Fluence GT soube assumir o papel esportivo de forma surpreendente. Ele só ficou devendo mesmo um ronco do motor mais empolgante, mas isso até os esportivos de fachada conseguem, o que não significa muita coisa.

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segunda-feira, 27 de agosto de 2012

RENAULT SANDERO 2013


A Renault anunciou hoje a chegada da linha 2013 do Sandero, que conta com um novo motor, uma nova versão esportiva e novos equipamentos de série.
O principal atrativo é a versão GT Line, sobre a qual já falamos aqui no Carros Blog. Além dela, a linha também terá o motor 1.6 8V Hi-Power, que foi desenvolvido no Brasil. O bloco entrega 106 cv e 15,5 kgfm de torque com etanol e 98 cv e 14,5 kgfm com gasolina. Seus dados de fábrica são os seguintes: aceleração de 0-100 km/h em 11,2/11,8 segundos (etanol/gasolina) e velocidade máxima de 174/172 km/h.


O principal atributo do novo motor, segundo a marca, é sua capacidade de entregar bom torque em baixas rotações, com 85% de sua capacidade já disponíveis em 1.500 rpm. Outros destaques do propulsor, que conta com 51 novas peças, são sua nova Central Eletrônica, bielas forjadas mais resistentes, novo eixo do comando de válvulas e novos pistões, além de um reformulado motor de partida.

Além da nova versão GT Line e do novo motor, a linha do Sandero também ficou mais equipada. Os itens do pacote Pack Plus (calotas integrais, desembaçador traseiro, manopla de câmbio com acabamento em alumínio, puxador ergonômico na porta e logotipo Renault cromado no centro do volante) virão de série desde a versão Authentique. Subindo para a versão Expression, o cliente levará ar-condicionado, direção hidráulica, vidros elétricos dianteiros, travas elétricas, computador de bordo, faróis de neblina e alarme, além das rodas de liva leve com novo desenho para a opção com motor 1.6.

Veja como ficou a linha completa do Sandero 2013:
Sandero Autentique 1.0 16V Hi-Flex – 27.030 reais
Sandero Expression 1.0 16V Hi-Flex – 32.610 reais
Sandero Expression 1.6 8V Hi-Power – 35.930 reais
Sandero Privilége 1.6 8V Hi-Power – 38.470 reais
Sandero GT Line 1.6 8V Hi-Power – 38.470 reais
Sandero Stepway 1.6 8V Hi-Power – 40.660 reais
Sandero Stepway 1.6 16V Hi-Flex Automático – 41.760 reais

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sexta-feira, 24 de agosto de 2012

RENAULT DUSTER 2013


Automóveis em versões topo de linha algumas vezes servem mais para as montadoras divulgarem as opções mais baratas do mesmo produto do que propriamente ajudar no volume de vendas. É o caso do Renault Duster Dynamique 2.0 16V 4x4, que responde por menos de 2% dos emplacamentos do atual dono da coroa na categoria dos SUVs no Brasil. Ainda assim, mesmo com a pequena participação e o preço mais alto, oDuster top é um carro interessante do ponto de vista de equipamentos, desempenho e até no preço.
O Duster com acabamento Dynamique (disponível desde o modelo com motor 1.6, por R$ 54.030) já traz uma boa lista de equipamentos de série. Ela inclui ar-condicionado, vidros elétricos nas quatro portas, sensor de estacionamento traseiro, airbags frontais, freios ABS, rádio com entradas para USB, iPod e bluetooth com streaming de dados para celular, entre outros itens. Mas o grande diferencial da versão testada pelo iG Carros é o sistema de tração 4x4.

MOTOR
A eficiência da tração 4x4 depende de um bom motor e de um câmbio bem ajustado, justamente autopartes em que a Renault se destaca. O Duster topo de linha vai bem nos dois quesitos. A impulsão vem do bom motor 2.0 16V flex – o mesmo do “finado”Mégane - de até 142 cv a 5.500 rpm e torque máximo de 20,9 kgfm em 3.750 rpm, que proporciona boa aceleração com baixo nível de ruído. Ou seja, não é preciso pisar fundo para conseguir extrair algo do carro, tornando a dirigibilidade mais agradável e o consumo mais baixo.
O câmbio manual de seis marchas, porém, apesar de possuir bom escalonamento de velocidade, perde pontos ao não possuir bom manuseio. A alavanca é mole e os encaixes pouco precisos, especialmente nas passagens da segunda marcha para a terceira e da terceira para a quarta, que em alguns momentos podem não entrar de imediato. Exige um certo costume.
O comportamento dinâmico do Duster 4x4 também agrada, mas só alcança sua plenitude quando o veículo anda em linha reta, onde acelera com vigor. Por ter suspensão e carroceria elevadas, o centro de gravidade do veículo é alto, prejudicando sua estabilidade e transmitindo uma sensação de segurança menor, principalmente em trechos sinuosos. O carro também não possui nenhum recurso eletrônico de segurança, como controle de estabilidade e tração, por isso a Renault alerta, com um adesivo no para-sol, sobre o risco de capotamento em curvas contornadas em alta velocidade. Na dúvida é melhor ir devagar, no caso desse carro.

Falhas bobas
Um carro que custe mais de R$ 60.000 não pode ter acabamento de um veículo popular de R$ 25.000. O Duster topo de linha tem. Algumas falhas do Duster são até inocentes, como por exemplo a escolha do plástico para o painel, que tem um cheiro fortíssimo de produto químico, até os botões de comando dos vidros elétricos na traseira, que são acionados “sem querer” quando o passageiro apoia o braço no descanso das portas. Parece que o carro não foi testado antes do lançamento.
Outro problema do Duster é o fato de ele abusar da rusticidade na cabine, com desenho de painel espartano e materiais que desagradam tanto no aspecto visual como na textura (sem falar do cheiro). Por outro lado, o carro é espaçoso para até cinco pessoas e o porta-malas comporta bons 400 litros. O jipinho da Renault também prova que não é preciso ter o estepe instalado na parte externa traseira do veículo para sugerir alguma competência off-road.
O Duster equipado com tração 4x4 é um produto para um público muito específico, que realmente precisa de um veículo com um sistema de tração 4x4 no mínimo razoável para ir ao sítio ou então a casa na praia de difícil acesso para carros comuns. Se não houver nenhuma dessas demandas, o ideal é levar o modelo com tração apenas na frente e seguir adiante, pelo asfalto.

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segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Renault Fluence

Criado pela subsidiária Samsung, o Fluence utiliza a plataforma do Mégane 3 europeu, mas é um veículo mais simples, voltado para um público emergente. Seu atual visual, no entanto, não “fala” com outros modelos da marca. Por isso, a reestilização pretende aproximar o sedã dos outros produtos franceses da Renault.

A carreira do Fluence no Brasil tem sido positiva. Sem o mesmo apelo que alguns rivais como o Civic,Corolla e mesmo os novos Cruze e Jetta, o sedã da Renault tem vendido acima de mil unidades por mês e foi sempre muito elogiado pela crítica por seu preço mais acessível, grande pacote de equipamentos e parte mecânica, trazida da Nissan (motor 2.0 e transmissão CVT). A montadora planeja ampliar as versões no país. Uma delas já começou a chegar, com motor 1.6 16V e voltada para taxistas e órgãos governamentais. Perto do Salão do Automóvel será a vez do Fluence turbo, voltado para clientes que buscam mais esportividade.
Já a reestilização deve aparecer oficialmente durante o Salão de Paris, no final de setembro, e começar a ser vendida até o final do ano em outros países. Seguindo essa lógica, é razoável imaginar que a Renault introduza o Fluence reestilizado em meados de 2013 no Brasil, ou seja, quase três anos depois de lançá-lo aqui.


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quinta-feira, 2 de agosto de 2012

RENAULT CLIO 2013

A cara do novo veículo redesenhado  remete imediatamente ao compacto elétrico Zoe, com grandes faróis e a grade dianteira mais afunilada com o logotipo do diamante no centro. Já o desenho geral do novo Clio lembra a do Mégane hatch, que se destaca pelo visual esportivo e faz sucesso na Europa justamente por ser um belo automóvel. Outros detalhes que chamam a atenção na novidade é a grande área envidraçada e suas formas abauladas, o que os designers chamam de “músculos”.

O interior do Clio também muda completamente, mesmo comparado a terceira geração que não veio para o Brasil – a marca ainda oferece a segunda geração no país. A simplicidade no desenho rege a reformulação da cabine, com comandos de fácil visualização e matérias de acabamento de melhor qualidade.

Motor


A versão de entrada do novo Clio tem um motor semelhante ao de motocicletas grandes, porém bem mais avançado. Trata-se de um pequeno bloco de 900 cm³ (0.9 litro) com apenas três cilindros e equipado com sistema de injeção direta de gasolina e turbocompressor para gerar 90 cv e 15,2 kgfm de torque, o que segundo a Renault é equivalente ao desempenho de um propulsor 1.4. O consumo espanta: 22,3 km/l.
Outro opção a gasolina é o 1.2, também com turbo e injeção direta. Esse bloco, conforme dados da montadora, desenvolve 120 cv e 17,3 kgfm de torque e o consumo médio fica na casa dos 22 km/l. Já a terceira versão é empurrada pelo motor 1.5 turbodiesel de 90 cv e 22,4 kgfm. Nessa configuração, o modelo pode percorrer até 31,2 km por litro de combustível consumido.
Quando chega no Brasil?
A resposta mais adequada para o momento é um “não tão cedo”, isso porque a Renault está preparando para o segundo semestre de 2012 mais um facelift para o Clio oferecido na América do Sul (fabricado na Argentina), que ainda se mantém na segunda geração (lançada em 1998). Na Europa, o modelo começa a ser vendido logo após sua apresentação no evento em Paris. O preço ainda não foi definido.





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