Criado pela subsidiária Samsung, o Fluence utiliza a plataforma do Mégane 3 europeu, mas é um veículo mais simples, voltado para um público emergente. Seu atual visual, no entanto, não “fala” com outros modelos da marca. Por isso, a reestilização pretende aproximar o sedã dos outros produtos franceses da Renault.
A carreira do Fluence no Brasil tem sido positiva. Sem o mesmo apelo que alguns rivais como o Civic,Corolla e mesmo os novos Cruze e Jetta, o sedã da Renault tem vendido acima de mil unidades por mês e foi sempre muito elogiado pela crítica por seu preço mais acessível, grande pacote de equipamentos e parte mecânica, trazida da Nissan (motor 2.0 e transmissão CVT). A montadora planeja ampliar as versões no país. Uma delas já começou a chegar, com motor 1.6 16V e voltada para taxistas e órgãos governamentais. Perto do Salão do Automóvel será a vez do Fluence turbo, voltado para clientes que buscam mais esportividade.
Já a reestilização deve aparecer oficialmente durante o Salão de Paris, no final de setembro, e começar a ser vendida até o final do ano em outros países. Seguindo essa lógica, é razoável imaginar que a Renault introduza o Fluence reestilizado em meados de 2013 no Brasil, ou seja, quase três anos depois de lançá-lo aqui.
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