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quinta-feira, 3 de março de 2016

Ferrari GTC4 Lusso

A Ferrari apresentou nesta terça-feira (1), no Salão de Genebra, a sucessora da FF, modelo que quebrou paradigmas na marca italiana por oferecer espaço para quatro pessoas e tração integral.




A GTC4 Lusso, como foi batizada, traz uma série de simbolismos no nome. A sigla GTC faz referência às clássicas 330 GT e 330 GTC, enquanto o complemento Lusso (luxo, em italiano), vem da 250 GTO Lusso, todos esportivos dos anos 1960. Por fim, o número 4 é alusivo aos quatro lugares.

Sob o capô, a GTC4Lusso terá um motor V12 de 6.3 litros, naturalmente aspirado. São 690 cavalos e 71,1 kgfm de torque. Mesmo sendo um motor aspirado, quando os picos de potência e torque são atingidos em rotações mais altas, 80% do torque deste motor é entregue a 1.750 rotações por minuto.


Com este motor, a GTC4Lusso acelera de 0 a 100 km/h em 3,4 segundos, com máxima de 335 km/h. O esportivo também traz algumas inovações tecnológicas surpreendentes para uma marca tão conservadora quanto a Ferrari.

A principal é o sistema 4RM-S, de tração permanente e direção nas quatro rodas. A tecnologia é uma evolução do 4RM, de tração integral, e conta com um sistema de direção para as rodas traseiras, fazendo com que elas ajudem o esportivo a contornar melhor curvas.

No interior, a Ferrari também inovou. Há uma nova central multimídia de 10,25 polegadas com touchscreen capacitivo (como nos smartphones), e do lado do passageiro, uma tela acima do porta-luvas exige informações como velocidade, marcha escolhida e conta-giros.

O volante ficou menor, e ganhou novo formato. Ele também concentra diversos comandos diferentes, como modos de condução, ajustes da suspensão, partida do veículo, acionamento de luzes direcionais, faróis e limpadores de para-brisa.

Na comparação com a FF, a GTC4 Lusso traz algumas evoluções em design. O perfil de cupê com a queda acentuada do teto, no estilo shooting-brake foi mantido. Porém, a dianteira ganhou faróis com a identidade visual mais recente da marca.

Além disso, a grade frontal agora possui entradas de ar integradas. Na traseira, a coluna C ficou ligeiramente menor, o que, de acordo com a marca, melhora o espaço para os ocupantes.

As lanternas, antes simples, passam a ser duplas, como nos demais modelos da marca. Acima delas, há um spoiler, que envolve toda a traseira. Além da mudança estética, ele tem função aerodinâmica.


A Ferrari não informou quando o modelo começa a ser produzido, nem a expectativa de preços.
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terça-feira, 1 de março de 2016

Bugatti Chiron

 Bugatti  Chiron, o sucessor do Veyron, considerado o mais rápido do mundo. Ele terá 1.478 cavalos, cerca de 500 cv a mais do que o antecessor, quando lançado, em 2005. A supermáquina estreia nesta terça-feira (1º de março), no Salão de Genebra, e terá a produção limitada em 500 unidades, por US$ 2,6 milhões cada (o equivalente a R$ 10,3 milhões, de acordo com a última cotação da ).


A Bugatti diz que 150 delas já estão reservadas. ainda em novembro passado(2015), quando revelou o nome do carro, a marca havia dito que tinha 100 compradores, que apenas viram o modelo e nem tinham tido a oportunidade de dirigi-lo.


O nome é uma homenagem a Louis Chiron, que correu pela Bugatti nas décadas de 20 e 30 e foi o piloto de maior sucesso com a marca.


Tanta potência é obtida com um robusto motor de 8 litros, com 16 cilindros dispostos em forma de um W (4 fileiras de 4 cilindros) combinado com uma transmissão automatizada de dupla embreagem com 7 velocidades. O torque máximo é de 163,14 kgfm a 2.000 rotações por minuto, segundo a montadora que faz parte do grupo Volkswagen.

A velocidade máxima é de 420 km/h (limitada eletronicamente) e a aceleração de 0 a 100 km/h é estimada em 2,5 segundos.

O carro também é cerca de 150 kg mais pesado que o Veyron, com cerca de 1,9 kg, equivalentes ao peso seco, isto é, com o tanque de 98 litros de gasolina vazio. Ele é 7 centímetros mais comprido, 5 cm mais alto e 3,8 cm mais largo; na distância entre eixos, é apenas 1 milímetro maior.


A altura em relação ao solo pode variar de acordo com o modo da suspensão escolhido: são 5 possibilidades, incluindo o "Lift", ideal para velocidades mais baixas, que eleva o carro para evitar problemas com irregularidades no asfalto. Os demais modos são "Auto", "Autobahn", "Handling" e "Top Speed".

A marca também disse que o Chiron usa pneus que são mais fáceis de trocar, o que seria uma resposta a reclamações de usuários do Veyron.
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segunda-feira, 26 de maio de 2014

O que é VHC ?

    O motor Very High Compression (ou Compressão Muito Alta) é um motor comum, com taxa de compressão maior. 
A taxa de compressão é a "força" que a explosão da mistura ar-combustível exerce no interior do cilindro, e será tão maior quanto mais apertado for esse cilindro. Por isso o mesmo efeito, em tese, poderia ser obtido em qualquer motor, rebaixando-se o cabeçote e trocando as velas originais por velas de rosca mais curta, o que qualquer boa retífica faz. 

A intenção da elevação da compressão é aumentar o rendimento térmico do motor (produz-se a mesma potência com menos calor, ou mais potência com o mesmo calor,como queira), no primeiro caso diminuindo o consumo e no segundo, priorizando o desempenho. 

Porém para funcionar de modo totalmente satisfatório, seria necessário o uso de gasolina de alta octanagem, que não dispomos no Brasil. O uso de álcool (em motores flex ou exclusivamente movidos a esse combustível) ajuda bastante no rendimento, porém o consumo ficará em segundo plano. 
Muitos carros importados também "sofrem" com nossa gasolina de má qualidade justamente por terem motores sobretaxados como os "VHC".



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sábado, 15 de junho de 2013

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sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

O que é Militec-1 ?

Militec-1 é um líquido sintético de coloração dourada, com viscosidade similar aos óleos SAE-10.
Apesar de ser freqüentemente adicionado ao óleo, Militec-1 não é um aditivo, pois este não contém melhoradores de viscosidade, não possui partículas em suspensão, não altera a composição físico-química e nem os intervalos de troca de óleo.


Isto quer dizer que ele pode ser utilizado puro ou misturado em qualquer tipo de lubrificante como óleo mineral, sintético, hidráulico, graxas, etc. Militec-1 é utilizado, inclusive misturado com o metanol, em competições de arrancada, para lubrificar a bomba elétrica de combustível e bicos injetores contra os efeitos altamente corrosivos deste tipo de combustível.

Isto porque Militec-1 é um composto altamente estável, que mistura com o óleo, mas não reage com este, utilizando-o apenas como veículo para chegar as superfícies metálicas e aderir a elas quimicamente, na presença de calor (adsorsão), saindo completamente do óleo, criando uma lubrificação permanente e protegendo esta superfície de atritos em aproximadamente 17 vezes.
Esta redução é tão visível, que logo após sua aplicação já se nota diferenças no comportamento do motor, com um funcionamento mais silencioso, mais "macio" e principalmente, um aumento de potência e diminuição de consumo reais, comprovados em dinamômetro tanto para motores Diesel, quanto para motores a gasolina. Portanto este aumento de potência e redução de consumo são conseqüências de uma redução de atritos, aumentando drasticamente a vida útil do motor ou de qualquer outro componente mecânico, com resultados comprovadamente superiores a qualquer outro tipo de produto similar ou aditivo.

Portanto não se trata de um produto milagroso, é apenas um poderoso redutor de atritos que reage nas superfícies metálicas do motor, câmbio, diferencial, etc, mantendo uma lubrificação permanente e ideal, mesmo em casos de contaminação do óleo com solventes, gasolina, álcool, água, etc.
Maneiras de usar Militec-1
- Motores ( Gasolina, Álcool, Diesel ) : Aplique 60ml por litro de óleo, a cada 20.000 KM ou 500 horas. Em condições severas dobre a quantidade ( Trabalhos superiores a 5.000 RPM )
- Motores 2 Tempos ( Motos, Barcos, Jetskis, Karts ) : Aplique 60ml por litro de óleo 2 tempos.
- Câmbio Manual : Aplique 60ml por litro de óleo, a cada 48.000 KM ou 1.000 horas.
- Câmbio Automático : Aplique 30ml por litro de óleo, a cada 48.000 KM ou 1.000 horas.
- Diferenciais : Aplique 30ml por litro de óleo, a cada 48.000 KM ou 1.000 horas.
- Caixas De Redução e Compressores De Ar : Aplique 100ml por litro de óleo, na primeira aplicação. Posteriormente, 60ml por litro de óleo, a cada 1.000 horas.
- Sistemas Hidráulicos : Aplique 20ml por litro de fluido hidráulico, a cada troca de fluido.

Outras Maneiras De Usar Militec-1

- Aplique uma fina película de militec-1 diretamente sobre a peça metálica e " cozinhe-a " durante 30 minutos, à 80°C ( Forno, Estufa ou por Indução )
- Para adicionar à graxa, aplique 15% de militec-1 ( Por Peso ). E misture de forma homogênea.
- Aplique várias gotas de militec-1 puro à ferramenta, em operações de corte de metais.

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segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

10 itens para você observar no seu carro antes de viajar




Abasteça apenas em postos conhecidos e confiáveis (Foto: Shutterstock)







  1. Combustíveis e lubrificantes -  Abasteça em postos conhecidos por você e não deixe o combustível muito tempo parado no tanque antes de pegar a estrada.
  2. Filtros de ar, óleo e combustível - Efetue a troca desse sistema conforme indicado no manual do proprietário. Trocar o óleo, por exemplo, sem a troca do filtro, diminui a vida útil do lubrificante.
  3. Limpador de para brisas - Cheque se as lâminas e as borrachas estão em bom estado e se os encaixes das hastes estão seguros. Lave a borracha das palhetas apenas com água.
  4. Freios - O nível do fluído de freio e possíveis vazamentos devem sempre ser checados. Se houver ruídos, trepidações, perda de eficiência ou pedal duro, peça uma avaliação mais minuciosa.
  5. Velas e cabos - Alguns fabricantes indicam que as velas devem ser examinadas a cada 10 mil km e os cabos trocados a cada 50 mil km. Qualquer falha neste sistema pode ocasionar desgaste prematuro e comprometer a vida útil de outros componentes.
  6. Suspensão - O sistema de amortecimento e estabilidade do veículo é tão importante quanto o dos freios. Além dos amortecedores, as molas, as buchas, as bandejas, os pivôs e os terminais também merecem inspeção para evitar que você saia da sua rota.
  7. Correia dentada - A substituição preventiva desse elemento, segundo os fabricantes, deve ser efetuada (em média) a cada 50 mil km. Mas uma verificação em cada 15 mil km pode apontar trincas e desgastes indicando a necessidade de troca. O rompimento desta peça pode danificar gravemente o motor.
  8. Radiador - Respeite a data limite de troca do líquido de arrefecimento do motor. E peça para seu mecânico conferir o funcionamento da válvula termostática, do radiador, da bomba d'água, da ventoinha e dos marcadores de temperatura no painel.
  9. Sistema elétrico, faróis e lâmpadas – Para viajar com segurança, é importante também fazer um check-up na bateria, no motor de partida, no alternador e em todas as lâmpadas e fusíveis do carro. Lembre-se, você pode pegar uma serra com neblina ou estrada em dia de chuva. E não deixe dispositivos elétricos funcionando por muito tempo, como o rádio, caso o motor esteja desligado.
  10. Pneus – Mantenha os pneus calibrados, incluindo o estepe. Faça rodízio periódico para equilibrar os desgastes irregulares. O balanceamento é indicado quando você sentir vibrações no volante. Já o alinhamento, quando houver desequilíbrio direcional, ou na troca do conjunto.
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domingo, 23 de dezembro de 2012

Chip para carros sera obrigatório só em 2014


Não será em 2013 que o SINIAV, Sistema Nacional de Identificação Automática de Veículos, começará a funcionar. O governo federal deverá adiar por mais um ano o início da exigência de instalação dos chips de identificação nos veículos.
Em estudo pelo Denatran desde 2006, o SINIAV previa originalmente que toda frota brasileira de veículos esteria equipada com o chip até meados de 2015. Com ele, será possível controlar de forma mais eficiente a circulação dos veículos no Brasil, seja por questões de trânsito, fiscais ou mesmo de segurança.
A razão do novo atraso é que os Detrans ainda não dispõem de várias informações para iniciar a instalação do dispositivo. O preço do serviço, por exemplo, ainda não está claro. Acreditava-se que o chip custaria cerca de R$ 5, mas há empresas pedindo R$ 18 por ele.
Outro problema é que para ler o chip será necessária a instalação de pórticos nas estradas e avenidas que identificarão veículos roubados, com multas ou em velocidade elevada, por exemplo. Até o momento, nenhum governo iniciou sua implantação – há apenas um projeto-piloto ligado ao sistema Sem Parar em São Paulo, mas que usa outro tipo de chip.
SINRAV
O chip de identificação dos veículos é normalmente confundido com outro sistema, também em estudo, o que prevê a instalação de rastreadores GPS nos carros. O projeto tem até nome semelhante - SINRAV - mas está num estágio mais atrasado em relação ao SINIAV.
Entre as principais diferenças entre os dois sistemas está o fato de o chip apenas informar um código criptografado quando o veículo passa pelo pórtico, sem que haja identificação de placa, chassi ou de seu proprietário. Já o rastreador permitirá que o automóvel seja acompanhado em qualquer lugar onde exista antenas que captem seus dados, embora também sem repassar qualquer dado pessoal.


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Mercado Automobilístico bate recorde em 2012


Graças à redução do IPI, o mercado automobilístico brasileiro pôde bater mais um recorde seguido de vendas em 2012. Com 12 dias para o final do ano, o total de veículos comercializados no país já supera o total de 2011. Foram 3,65 milhões unidades emplacadas até o dia 18 – o recorde do ano passado foi de 3.633.248 unidades.
O total inclui caminhões pesados e ônibus, categoria que representa cerca de 5% das vendas totais. A expectativa é que 2012 termine com um total superior a 3,8 milhões, o que significa um crescimento de cerca de 5% em relação ao ano passado.

Rapel
O mês de dezembro costuma apresentar números superiores aos demais devido ao movimento de “rapel”, em que as fabricantes incentivam as concessionárias a emplacar seus veículos antes das vendas. A estratégia visa inflar os números de vendas do ano para mostrar resultados mais positivos.
Em compensação, em janeiro do ano seguinte, essas marcas costumam ter “vendas baixas” já que os carros emplacados no mês anterior são efetivamente vendidos em janeiro, mas não aparecem nas estatísticas. Embora recorrente, o “rapel” é negado com freqüência por algumas montadoras.

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quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Atenção galera!

Quem quiser mandar fotos de seus carros, ou de carros de amigos, mandem pro nosso e-mail:
"blog.tunados@hotmail.com"
ou no facebook do Carros Brazuca.
Postaremos as fotos aqui no blog e no perfil do facebook!
OBRIGADO!!!
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segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Brad Keselowski Vence a Nascar Sprint Cup 2012


Brad Keselowski venceu de maneira incontestável seu primeiro campeonato da Nascar Sprint Cup, no último domingo, 18 de novembro em Homestead. O piloto evitou problemas durante toda a prova, terminou em 15º e ainda contou com o abandono do maior rival na luta pelo título, Jimmie Johnson, para se sagrar campeão.
O título de Keselowski marcou a despedida da Dodge da competição. A montadora anunciou sua saída das três principais categorias da Nascar para o próximo ano. A Penske (equipe de Keselowski) era a única que ainda utilizava os motores da companhia. Quando anunciou que correrá com motores da Ford no próximo ano, a Dodge retirou-se da Nascar em Agosto deste ano.
A vitória de Keselowski também foi a primeira da equipe Penske na principal categoria da Nascar. Eles já haviam sido campeões da Nationwide em 2010. A Penske se recuperou de uma derrota na última etapa da Indy, quando Will Power bateu e perdeu o título para Ryan Hunter Ray em Fontana, no dia 19 de outubro.
Keselowski conquistou o primeiro título em sua terceira temporada completa. O piloto de 28 anos teve uma estréia espetacular em Talladega, em 2009 quando superou Carl Edwards para conquistar a primeira vitória da carreira. Em 2012 foram um total de cinco vitórias e 13 chegadas entre os cinco melhores. Na carreira, o piloto possui nove vitórias e duas poles.  
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domingo, 25 de novembro de 2012

Vettel Tricampeão da F1


Largada cheia de ultrapassagens
As gotas de chuva caíram pouco antes da volta de apresentação, e a receita para a largada aliava pista molhada e uma Ferrari faminta. Massa pulou de quinto para segundo, e Alonso foi atrás dele, saltando de sétimo para quarto. Logo depois as coisas se acertaram para Hamilton e Button, que conseguiram segurar as duas primeiras posições. Hulkenberg, que não tinha nada a ver com a história, se aproveitou da briga de foice e se avizinhou num confortável terceiro lugar, à frente de Alonso e Massa, que perdeu posições e voltou para quinto.
Apos o acidente com o Bruno Senna
Se Vettel tinha largado mal, um golpe duro veio logo em seguida: ele foi tocado por Bruno Senna e rodou no meio do tráfego. Não deu tanto azar quanto o brasileiro - que abandonou a disputa - mas caiu para a 20ª posição, com sorte de não ter sofrido danos graves no carro. Alonso chegou a estar em terceiro, momentaneamente com o título no colo, mas a alegria durou pouco.

O pé de Vettel afundou o acelerador, e nem deu tempo de chamar de "corrida de recuperação". O alemão só precisou de oito voltas para voar no molhado e chegar à zona de pontuação. Na nona, já era o sexto. Pouco depois, pulou para quinto. Pronto, voltou a ficar com a taça embaixo do braço.
Massa trocou pneus na 16º volta, quando a chuva deu uma apertada, mas a sorte virou as costas para o brasileiro. O tempo ficou bom, e ele começou a ser ultrapassado por todo mundo. Caiu para décimo.
Com pneus lisos e a pista secando, Hulkenberg e Button se deram bem. O alemão da Force India puxava a fila na liderança, seguido pelo inglês da McLaren, e quase todos os outros pilotos tiveram de correr aos boxes para trocar seus compostos. Vettel voltou com pneus duros em quinto, na expectativa de ir até o fim torcendo para não chover de novo. Alonso, em quarto, retornou com os médios.
Asfalto molhado e imprevisível
A corrida confusa, com choques e pneus furados, deixou a pista cheia de sujeira, e na 23ª passagem o safety car entrou, congelando a zona de classificação com Hulkenberg, Button, Hamilton, Alonso, Vettel, Kobayashi, Webber, Di Resta, Ricciardo e Raikkonen.
Na 29ª volta, a relargada com asfalto molhado. O ousado Koba, que não terá vaga na Fórmula 1 em 2013, mostrou que vai mesmo fazer falta. Ele logo tomou a posição de Vettel, avançou para cima de Alonso e pulou para o quarto lugar. O espanhol deu o troco logo depois, mas ainda era pouco, com Vettel em sexto. As posições eram confortáveis para o piloto da RBR, mas as condições da pista deixavam o campeonato aberto. Ciente disso, o alemão não ofereceu resistência quando foi ultrapassado por Massa e caiu para sétimo - o brasileiro também passou por Koba e chegou a quinto.
Na 44ª volta, a chuva voltou e apertou. Hulkenberg não resistiu ao asfalto molhado, escapou e viu Hamilton mergulhar por dentro para tomar a liderança. Além das nuvens carregadas, pairava sobre os pilotos a grande dúvida: trocar ou não trocar os pneus?
Na 55º passagem, um episódio para mudar a corrida. Hulkenberg atacou Hamilton para buscar a liderança, e os dois se chocaram. O alemão continuou na pista e foi ultrapassado por Button, mas Hamilton teve de abandonar a corrida - terminava assim sua carreira na McLaren. Vettel foi para os boxes de novo, colocou pneus intermediários e voltou em 11º. Com Alonso em terceiro, o título estava de novo no colo do espanhol.
Alonso também parou, enquanto Vettel partia para cima de quem estava à sua frente. Descontados os pits, Alonso continuava em terceiro, mas com o companheiro Massa à sua frente. O alemão vinha em sétimo, atrás de Schumacher. Se Felipe poderia ajudar Fernando, Webber, em quarto, também poderia ajudar Vettel se necessário. A dez voltas do fim, com a chuva caindo forte, era este o cenário, com os companheiros de equipe na expectativa de desempenhar seus papéis de escudeiros.
Na penúltima volta, Paul Di Resta bateu, e o safety car voltou à pista. O acidente soou como música para Vettel. Com os carros em fila e sem necessidade de pisar fundo, Vettel conduziu sua RBR até o fim, pouco depois de o carro de segurança se recolher a poucos metros da linha de chegada. Button cruzou em primeiro, Alonso em segundo, Massa em terceiro. Mas a festa estava logo ali atrás, na sexta posição. As gotas de chuva molhavam a viseira do capacete, e embaixo dele o choro do mais jovem tricampeão da Fórmula 1.

Confira a classificação do GP do Brasil em Interlagos:
1 - Jenson Button (ING/McLaren-Mercedes): 1h45m22s656 (71 voltas)
2 - Fernando Alonso (ESP/Ferrari): a 2s754 (71)
3 - Felipe Massa (BRA/Ferrari): a 3s615 (71)
4 - Mark Webber (AUS/RBR-Renault): a 4s936 (71)
5 - Nico Hulkenberg (ALE/Force India-Mercedes): a 5s708 (71)
6 - Sebastian Vettel (ALE/RBR-Renault): a 9s453 (71)
7 - Michael Schumacher (ALE/Mercedes): a 11s907 (71)
8 - Jean-Eric Vergne (FRA/STR-Ferrari): a 28s653 (71)
9 - Kamui Kobayashi (JAP/Sauber-Ferrari): a 31s250 (71)
10 - Kimi Raikkonen (FIN/Lotus-Renault): a 1 volta (70)
11 - Vitaly Petrov (RUS/Caterham-Renault): a 1 volta (70)
12 - Charles Pic (FRA/Marussia-Cosworth): a 1 volta (70)
13 - Daniel Ricciardo (AUS/STR-Ferrari): a 1 volta (70)
14 – Heikki (HOL/Caterham-Renault): a 1 volta (70)
15 - Nico Rosberg (ALE/Mercedes): a 1 volta (70)
16 - Timo Glock (ALE/Marussia-Cosworth): a 1 volta (70)
17 - Pedro de la Rosa (ESP/HRT-Cosworth): a 2 voltas (69)
18 - Narain Karthikeyan (IND/HRT-Cosworth): a 2 voltas (69)
19 - Paul di Resta (ESC/Force India-Mercedes): a 3 voltas (68)
Não completaram:
20 - Lewis Hamilton (ING/McLaren-Mercedes): 54 voltas
21 - Romain Grosjean (FRA/Lotus-Renault): 5 voltas
22 - Pastor Maldonado (VEN/Williams-Renault): 1 volta
23 - Bruno Senna (BRA/Williams-Renault): 0
24 - Sergio Perez (MEX/Sauber-Ferrari): 0




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quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Carros de Formula 1

Fundamentalmente, os carros de Fórmula 1 não são diferentes do seu carro. Eles utilizam motores de combustão interna e têm transmissões, suspensões, rodas e freios. Mas a semelhança pára por aí. Carros de Fórmula 1 não são feitos para rodar por aí ou para viajar. Cada detalhe de sua estrutura é alterado e modelado com um único objetivo: velocidade. Carros de Fórmula 1 podem atingir velocidades de mais de 300 km/h nas retas, porém, nos circuitos a velocidade é geralmente menor. No Grande Prêmio da Hungria de 2006, a velocidade média do vencedor foi de 165 km/h e, no Grande Prêmio da Itália no mesmo ano, 240 km/h.



Chassi
O coração do carro de Fórmula 1 é o chassi, a estrutura na qual todo o restante está aparafusado e unido. Assim como a maioria dos carros modernos e aeronaves, os carros de corrida contam com uma estrutura conhecida como monocoque (monobloco). Monocoque, termo francês que significa estrutura única, é utilizado para designar estrutura inteiriça de um só material. Já houve um tempo em que o material utilizado era o alumínio. Atualmente, trata-se de um resistente composto de fibras de carbono repuxadas, inseridas em resina ou de uma camada de fibra de carbono sobre uma malha de alumínio. O resultado é um carro leve, capaz de suportar a enorme força vertical descendente produzida pelo seu movimento em alta velocidade.
O monobloco comporta o cockpit (habitáculo), resistente cabine que acomoda um único piloto. Diferente dos carros comuns, que contam com enorme variedade de estruturas, os habitáculos de carros de Fórmula 1 devem respeitar rigorosos regulamentos técnicos. Devem, por exemplo, apresentar exigências de tamanho mínimo e assoalho plano. O banco é desenvolvido para que acomode perfeitamente as medidas do piloto, para que seus movimentos sejam limitados conforme a locomoção do carro na pista.

Motor
Antes de 2006, os carros de Fórmula 1 eram equipados com enormes motores V-10 de 3 litros de cilindrada. A regra mudou para motores V-8 de 2,4 litros. Embora o desempenho tenha caído com a mudança de regra, os motores de carros de Fórmula 1 ainda desenvolvem perto de 900 cv de potência. Para se ter uma idéia, imagine que um Volkswagen Jetta, com motor de 2,5 litros, produz apenas 170 cv. É claro que o motor de um Jetta provavelmente rode até cerca de 150 mil quilômetros. Já o motor de um carro de Fórmula 1 precisa ser refeito após ter rodado cerca de 800 quilômetros. E por quê? Porque para gerar toda essa potência é necessário que o motor trabalhe até 19 mil rotações por minuto. Tanto giro produz uma quantidade imensa de calor e exige muito das peças móveis do motor.
O combustível utilizado para estes motores não é a gasolina comum que encontramos no posto perto de casa, mas é parecido. Pequenas quantidades de componentes não-hidrocarbonetos são permitidas, mas grande parte dos aditivos para aumentar a potência foi completamente banida. De modo geral, as equipes de Fórmula 1 utilizam cerca de 50 misturas de combustíveis diferentes em uma temporada típica, preparadas para pistas e condições específicas. Cada mistura deve ser submetida à FIA, órgão regulamentar esportivo, para a aprovação de sua composição e propriedades físicas.

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sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Gasolina Comum ou Aditivada?


Após a chegada dos automóveis importados ao Brasil, o combustível nacional teve que receber alterações para melhorar sua qualidade, a fim de não comprometer tanto o rendimento desses carros. Por outro lado, os proprietários de veículos nacionais também passaram a ter uma nova opção ao parar nos postos de serviço para abastecer.
Comum ou aditivada?
Hoje existem pelo menos dois tipos de gasolina, a comum e a aditivada. A primeira tem composição igual para todas as bandeiras. No caso da aditivada, cada empresa faz a própria composição.
No início da década de 80, boa parte da produção de automóveis, principalmente na Europa , nos Estados Unidos e no Japão, já utilizava a injeção eletrônica no lugar do carburador. Com isso, muitas gasolinas começaram a causar problemas de entupimento nos bicos injetores, tanto nos motores com injeção monoponto como nos do tipo multiponto (mais de um bico injetor).
Vantagens da gasolina aditivada
A gasolina aditivada oferece para veículos novos e seminovos:
1 – Controlar e reduzir depósitos de impurezas nas válvulas de admissão;
2 – Manter limpos os bicos injetores, reduzindo a formação de goma e conseqüentemente as emissões de monóxido de carbono e de hidrocarbonetos;
3 – Reduz a queda do desempenho do motor;
4 – Elimina os efeitos da alta acidez do amido;
5 – Permite melhor lubrificação das partes altas do motor;
6 -  É compatível com os catalisadores.
Os produtos adicionados na gasolina aditivada têm duas gerações
1ª – Utilizando compostos detergentes, usados na limpeza dos bicos injetores e carburadores;
2ª – Utilizando aditivos para manter limpos e livres os canais de admissão e as próprias válvulas.
O primeiro era conhecido como detergente de amina convencional e o segundo é chamado de dispersante polimérico. Toda a indústria de combustível se empenhou e ainda se empenha em pesquisar e desenvolver novos aditivos, apesar de existir um padrão, o qual foi estabelecido em 1989 pelos Estados Unidos.
Apesar de esses aditivos representarem aproximadamente apenas 1 ml de cada litro de gasolina, o custo final na bomba subiu cerca de 5% a mais por litro, em comparação com a gasolina comum.
Cuidado ao usar gasolina aditivada em carros com motor carburado
Se por um lado a gasolina aditivada é boa, por outro, quando empregada em veículos mais velhos e que ainda têm carburadores, ela não ajuda a dissolver a carbonização, como muitos pensam. Mas ela pode ajudar a reduzir bastante o depósito de impurezas nas válvulas. O melhor a fazer, segundo a maioria dos mecânicos, é ser fiel a uma determinada marca de aditivada, já que as fórmulas mudam de empresa para empresa.

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Como funcionam os carros híbridos?


Todos nós estamos familiarizados com carros a gasolina e a maioria das pessoas já ouviu falar em ou já viu carros elétricos. Um carro híbrido é uma combinação dos dois. Um veículo híbrido contém peças de veículos a gasolina e elétricos, uma tentativa de obter o melhor de dois mundos.

A melhor maneira de compreender as vantagens de um veículo híbrido é pensar em um carro que está viajando em uma estrada plana no limite de velocidade permitido. Nesse caso, o motor está realizando três atividades:

  1. Está superando a resistência ao rolamento no sistema de propulsão; 
  2. Está superando a resistência do ar; 
  3. Está alimentando acessórios como o alternador, a bomba da direção hidráulica e o ar condicionado. 

O motor pode ter que produzir no máximo de 10 a 20 HPs de potência para transportar essa carga. Os carros possuem motores com 100 ou 200 HPs para lidar com a aceleração a partir do ponto morto, assim como para ultrapassar e subir. Usamos a potência máxima apenas em 1% do percurso. No restante do tempo, estamos transportando o peso e o atrito de um motor muito maior, o que desperdiça muita energia.

Em um veículo híbrido tradicional, você tem um carro elétrico completo. Ele inclui um motor elétrico para fornecer toda a potência para as rodas, assim como baterias para fornecer eletricidade ao motor. Depois, você tem um motor a gasolina completamente separado alimentando um gerador. O motor é muito pequeno (10 ou 20 HP) e foi projetado para funcionar somente em uma velocidade que busque máxima eficiência. A finalidade desse motor pequeno e eficiente é fornecer energia suficiente para o carro em sua velocidade de cruzeiro. Durante os períodos de aceleração, as baterias fornecem a energia extra necessária. Quando o carro estiver desacelerando ou estiver parado, as baterias recarregam. Esse tipo de carro híbrido é essencialmente um carro elétrico com um recarregador integrado para maior alcance. A vantagem é que esse motor a gasolina pequeno e eficiente desenvolve uma ótima quilometragem. 


O único problema de um carro híbrido tradicional é o peso. O carro tem de transportar o peso do motor elétrico, do gerador, do motor a gasolina e das baterias. Você não precisa de tantas baterias quanto em um carro elétrico puro, e isso acaba economizando um pouco de peso, porém o motor elétrico completo e um gerador de 10 kW podem pesar bastante. 

O Honda Insight (em inglês), particularmente, tenta definir um meio-termo. Ele usa um motor a gasolina maior conectado diretamente ao sistema de propulsão, ao lado de um motor elétrico delgado conectado ao motor. O motor a gasolina fornece a maior parte da energia do carro, e o motor elétrico acrescenta energia extra, conforme necessário para a aceleração. Como o motor elétrico pode funcionar como um gerador durante a freagem e só tem de trabalhar parte do tempo, ele é extremamente leve. A desvantagem dessa abordagem é que o motor a gasolina tem de rodar em velocidades variadas, o que reduz sua eficiência.


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quinta-feira, 11 de outubro de 2012

O que é RECALL?


Neste ano, cerca de 833 mil veículos da Honda foram chamados para recall, pois o airbag da frente do motorista poderia explodir e ferir o condutor. Ao saber disso, a empresa foi obrigada a notificar não só os compradores do carro para retornar com o veículo para que o defeito seja consertado. Isso foi um recall.
Um recall – “chamada de volta”, em tradução livre – é o ato de recolhimento do produto por parte da empresa. Isso acontece quando a empresa comprova que um lote ou toda a série dos produtos apresenta falhas que ameacem a segurança dos consumidores. A palavra final da necessidade de recall é dada pelo Ministério Público Federal.
No Brasil, o recall é normatizado pelo Código de Defesa do Consumidor. Isso implica que as empresas são obrigadas a anunciar a todos os consumidores, por meio de contato direto e/ou imprensa, que há um erro de fabricação do produto e orientar esses consumidores sobre as atitudes cabíveis para a troca.
Existem alguns dados os quais são importantes serem conhecidos. O primeiro, e um dos mais importantes, é que a empresa deve prestar o serviço de reposição ou de concerto gratuitamente. Em segundo lugar, a montadora deve estabelecer prazos para o agendamento de visitas dos carros.
Outra dúvida frequente é se o serviço de reparo do recall se estende para os compradores de carros usados. A resposta é sim. Os donos de carros seminovos têm o mesmo direito que os donos dos carros de primeira mão. Depois que o serviço for efetuado, não se esqueça de guardar o comprovante, pois ele é a garantia para refazer o serviço de reparação caso o primeiro não tenha sido suficiente.
No que diz respeito, a comunicação do recall, o Código do Consumidor estabelece que o recall seja anunciado, no caso de montadoras de carros, em emissoras de rádio e televisão, assim como jornais e revistas. No anúncio deve constar um chamado para reparação. Mas mesmo assim sugerimos que você fique de olhos em sites especializados, como o nosso, e em fóruns e nos sites oficiais das montadoras para saber se seu carro precisa de recall.

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sábado, 22 de setembro de 2012

E a ultrapassagem ?

É comum motoristas ultrapassarem veículos pesados com baixa velocidade, todos nós um dia já ultrapassamos para benefício próprio, como ganhar tempo. Mas a ultrapassagem é um grande perigo das estradas, tanto com pista seca ou molhada.

Algumas regras ajudam você a se sair bem numa ultrapassagem, e tudo dentro das normas.
Use as setas para indicar que você está iniciando a ultrapassagem. Seta para a esquerda quando sair de sua faixa, mantenha ela enquanto está fazendo a ultrapassagem, e após termina-la use a seta para a direita, para indicar que está terminando a ultrapassagem.


 Só ultrapasse quando a faixa ou alguma placa indicar que tem possibilidade de ultrapassar, ou seja, que a pista é devida para ultrapassagem.
As setas também servem para você dar vez a outro motorista, sinalize se tem possibilidade de ele ultrapassar, facilitando o trajeto de ambos e evitando acidentes.

 Antes de qualquer ultrapassagem, certifique-se de que há tempo e estrada suficiente para completar a ultrapassagem, efetue com velocidade para diminuir o tempo de ultrapassagem, retorne a sua pista, deixe a velocidade ao limite da pista, e siga sua viajem.






Respeite as leis de trânsito e faça uma boa viajem
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E essa tal de aquaplanagem ?

Aquaplanagem ou hidroplanagem é um fenômeno que ocorre em veículos quando, ao passar sobre uma filme de fluido (normalmente água, mas também pode ocorrer em lama), os pneus perdem o contato com a pista. Isto em geral acontece devido à impossibilidade de fazer a drenagem pelos sulcos. (sulcos são as depressões nos pneus.)


O fenômeno é mais comum em rodovias planas e bem pavimentadas, quando o veículo se desloca em alta velocidade. A largura dos pneus é diretamente proporcional à probabilidade de aquaplanagem, e a profundidade dos sulcos é inversamente proporcional. Em piso molhado, a distância percorrida do momento em que o motorista freia até o momento em que o veículo para depende da banda de rodagem. A 120 km/h, um pneu com sulco de 2,5 milímetros precisa de uma distância 50% maior do que um pneu novo, que tem 8 milímetros.

 Em dias de chuvosos, a aquaplanagem é o motivo principal dos acidentes na estrada.
Época de verão, todos indo para o litoral, movimentação grande nas estradas, quando uma chuva refresca o dia, até aí tudo bem, mas com essa refrescante chuva, vem o perigo da aquaplanagem, manter baixa velocidade é um bom começo, freios ABS é uma ajuda,
mas tudo depende de atenção e de manter a calma atraz do volante.
Pequenos cuidados podem ajudar  você motorista a sair ileso de uma dessas mortais derrapagens.

Primeiro, quando avistada uma longa faixa de água nunca pise no freio, isso vai deixar o 

carro incontrolável com grandes riscos de acidente.
 

Segundo, não acelere nem tente desviar, só mantenha o pé longe do freio e do acelerador, deixe o carro ir em linha reta, e após continue sua viajem calmamente.

Dirija com cuidado, respeite as leis de trânsito, e faça uma boa viajem.
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domingo, 16 de setembro de 2012

RYAN HUNTER-REAY CAMPEÃO DA INDY DE 2012


Will Power perde traseira do carro, ainda volta para ganhar pontos, mas vê Hunter-Reay terminar GP de Fontana em quarto e recolocar os EUA no topo.


Ainda não foi desta vez que o australiano Will Power pôde comemorar um título da Fórmula Indy. Se nas temporadas de 2010 e 2011 o algoz foi o escocês Dario Franchitti, em 2012 coube ao americano Ryan Hunter-Reay contornar o favoritismo do rival na última prova e levar o troféu da categoria com o quarto lugar no GP de Fontana, na Califórnia. E com boa dose de drama.

Explica-se: líder até a corrida derradeira por 17 pontos, Will vacilou e bateu sozinho contra o muro na volta 55, quando perdeu a traseira de seu carro ao tentar ultrapassar justamente Hunter-Reay. Os mecânicos da equipe Penske trabalharam muito, e o australiano voltou à pista na volta 124 para correr por mais 11 voltas. Após ganhar a 24ª posição e mais dois pontos no campeonato, ele obrigou o americano a terminar entre os cinco primeiros, o que acabou se consumando. Desta forma, o piloto da equipe Andretti volta a recolocar os Estados Unidos no topo da categoria - o último campeão foi Sam Hornish Jr., em 2006.

Ed Carpenter foi o vencedor da corrida, seguido por Dario Franchitti e Scott Dixon. Entre os brasileiros, o melhor colocado foi Helio Castroneves, em sétimo. Tony Kanaan, que brigou pelas primeiras posições e chegou a liderar, bateu forte a nove voltas do fim. Já Rubens Barrichello encerrou sua temporada de estreia com um motor estourado e fogo em seu carro na volta 108, ficando em 22º.



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segunda-feira, 23 de julho de 2012

GNV (Gás Natural Veicular)

Gás natural veicular (GNV) é um combustível disponibilizado na forma gasosa, a cada dia mais utilizado em automóveis como alternativa à gasolina e ao álcool.

Desvantagens de se usar GNV

- Perda da capacidade do porta malas
- Redução de potencia na ordem de 10% 

O cabeçote do motor pode trincar. Como o sistema acaba recebendo maior pressão, a possibilidade de pequenas fissuras aparecerem aumenta consideravelmente. Mantenha o motor sempre regulado e siga as recomendações das empresas de conversão.

Os cabos de vela se desgastam bem rapidamente. A vida útil pode cair de 30.000 quilômetros para praticamente a metade.

Travamento das válvulas: como os cilindros trabalham com um combustível seco, a falta de lubrificação pode causar avaria. O ideal é usar gasolina ou o álcool por 5 km todos os dias.

A gasolina que está no tanque pode ficar velha. Gasolina 3 ou 4 meses parada já não presta para mais nada. Se for rodar pouco, prefira andar com o tanque na metade, ou até menos, em vez de enchê-lo toda vez que for ao posto. Assim você terá sempre gasolina fresca no tanque.

Vantagens de se usar GNV
- Economia de 70% em relação a gasolina e o alcool
- Redução do IPVA
- Não é poluente
- Aumenta a vida útil do motor
 
O sistema de injeção fica sempre mais limpo. Por ser um combustível mais limpo, o gás não deixa acumular resíduos nos bicos injetores.

O óleo dura mais. Já que não há contaminação do mesmo, o prazo de troca pode aumentar 1.000 ou 2.000 quilômetros.

Aumento da vida útil do escapamento: não há o acúmulo de água proveniente da gasolina e do álcool, por isso, o sistema dura até 20% a mais do tempo.




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